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Rubens
Charles Cobrinha
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PARCEIROS |
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Eduardo Ferreira A alegria da conquista O campeão mundial de Jiu-Jitsu na categoria pena Rubens Charles Cobrinha concedeu uma entrevista exclusiva ao site TATAME e nos contou como foi conquistar o título do Pan-Americano de Jiu-Jitsu, que rolou no último a 1° de abril, após derrotar o bicampeão mundial Mário Reis. A minha luta com o Mário Reis foi muito boa, nossos confrontos sempre serão muito bons. É a primeira vez que eu luto com o Mário Reis, mas eu sempre quis lutar com ele, afirmou o campeão, que |
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também fez uma análise das diversas atuações do Pan-Americano de Jiu-Jitsu. A melhor luta sem quimono foi a do Lucas Gomes e a do Feitosa. Mas com quimono, pra mim, sem dúvidas a melhor luta foi a do Barral com o meu parceiro Tarsys, contou. Confira abaixo a entrevista na íntegra: Como foi conquistar o Pan-Americano? É o primeiro Pan que eu luto, pra mim é sempre uma alegria conquistar mais um título, não tem como esconder a felicidade. Eu acho que pra todos os atletas é uma superação a cada título conquistado. Qual foi a luta mais difícil? Pra mim todas a lutas são difíceis, não tem luta fácil, o nível dos atletas está muito bom. Por um lado isso é muito bom, as lutas ficam bem movimentadas e é isso que todos querem ver: uma boa luta. E foi o que aconteceu nesse Pan, só lutão, foi show. Como foi a luta com o Mário Reis? Você já havia lutado com ele? A minha luta com o Mário Reis foi muito boa. Ele é um cara que também busca a finalização, então nossos confrontos sempre serão muito bons. É a primeira vez que eu luto com o Mário Reis, mas eu sempre quis lutar com ele, porque ele era o atual campeão mundial. O Mário Reis é bicampeão na sua categoria, mas ano passado lutou na leve. Você acha que ele e o Feitosa são as maiores pedreiras? No ano passado, o Mário Reis lutou de leve, e eu acho que é ruim pro atleta ficar mudando tanto. Tanto o Mário Reis como o Feitosa são uns caras muito técnicos, são uns caras que já fizeram história no Jiu-Jitsu, mas tem muita pedreira ainda... São talentos que a cada dia estão chegando no cenário do Jiu-Jitsu. Eu até tentaria citar alguns nomes, mas são tantos que é melhor esperar pra ver (risos). Qual foi a melhor luta com e sem quimono? Sem quimono, pra mim, foi a do Lucas Gomes e a do Feitosa. Esta foi uma luta bem movimentada, que foi decidida nos pontos. Mas com quimono, pra mim, sem dúvidas a melhor luta foi a do Barral com o meu parceiro Tarsys. Essa foi uma luta que se resolveu no final do tempo, um raspando o outro, foi uma luta maneira de assistir. O que achou da atuação do Barral no peso e no absoluto, assim como seu parceiro Tarsys? É sempre bom ver o Barral lutando. Ele é um cara muito técnico, é um cara que joga pra frente pra finalizar e é isso que o público que ver. Ele está de parabéns, fez um bom campeonato. O Tarsys teve uma boa atuação, só lutou com pedreira e mesmo assim mostrou o quanto vem melhorando a cada dia. Ele vem provando isso dentro dos campeonatos. Quem mais te impressionou no Pan sem quimono? No sem quimono foi o Saulo Ribeiro, é sempre bom vê-lo lutando. Por que você não lutou o Pan sem quimono? Eu não me escrevi no sem quimono e me arrependi. Seria uma força a mais pra de repente receber o convite do ADCC, mas agora já foi. Mas as expectativas ainda são boas pra de repente lutar o ADCC. Aproveitando a entrevista, eu queria falar de uma pessoa que pra mim é muito especial, que foi o meu primeiro professor de Jiu-Jitsu, o Mauro Pacífico. Eu também queria lembrar de uma pessoa que é muito especial, o Fernando Tererê, que trouxe muita alegria pro Jiu-Jitsu, e também queria falar de uma pessoa muito importante que é o Fabio Gurgel. Eu queria dedicar esse título a essas pessoas.
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